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Re-Made in Brazil (Afonso)

Re-Made in Brazil von José Roberto Afonso von eTópicos veröffentlicht (6/2020).

“Der Vírus Covid-19, der Brasilien in eine wirtchaftliche und soziale Krise ohne Vorbild gestürzt hat, eröffnet auch einzigartige Chancen, das Land wieder aufzubauen.

Dabei geht es um bloße Wiederherstellung. Das persönliche und gesellschaftliche Leben wird nicht dasselbe sein wie vor dem Virus. Die brasilianische Volkswirtschaft litt schon vorher unter schwachen Wachstum und mangelnder Haushaltsdisziplin – neben anderen Problemen. Die Pandemie deckte strukturelle Probleme auf, die schon bestanden, aber vertagt oder ignoriert wurden. Das war der Fall bei der ungenügenden soziaden Absicherung, die vom exponentiellen Wachstum unabhängiger Arbeirt herrührt. Am Vorabend der Krise waren von den Beschäftigten 37,5% in einem vertraglichen Arbeitsverhältnis im Privatsektor und 30,7% waren Sellbständige ohne formelles Arbeitsverhälnis, ohne Rentenanspruch, ja sogar ohne jegliche staatliche Registrierung – für sie musste unter Covid-19 ein befristeter Nothilfemechanismus geschaffen werden. Schwerwiegende, komplexe Fragen, deren Lösung man auf künftige Jahre und Generationen aufgeschoben hatte, müssen jetzt kurzfristig auf die Reihe gebracht werden… ”

Re-Made in Brazil por José Roberto Afonso publicado na e-Tópicos (6/2020).

“O mesmo Covid-19 que fez o Brasil mergulhar em uma crise econômica e social sem precedentes, paradoxalmente, também abriu oportunidades singulares para a reconstrução do País.

Não há porque buscar a recuperação, em si. A vida pessoal não voltará a ser a mesma de antes do vírus. A economia brasileira já amargava baixo crescimento e descontrole fiscal, dentre outros problemas. A pandemia escancarou problemas estruturais já postos mas adiados ou mesmo ignorados. É o caso, por exemplo, da desproteção social decorrente da exploração do trabalho independente – na véspera da crise, dos trabalhadores ocupados, 37,5% tinham carteira assinada no setor privado e 30,7% eram donos de negócios, ou seja, sem-emprego, sem-previdência e até sem-estado (tanto que, com a Covid-19, se precisou criar um auxílio emergencial e temporário). Questões graves e complexas, que se deixaria para anos ou gerações futuras resolverem, agora terão que ser equacionadas em pouco tempo…”

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