A redução dos juros pelo Banco Central diminuirá no mesmo ritmo o custo da dívida do governo? texto de José R. Afonso publicado no blog Brasil Economia e Governo do Instituto Fernand Braudel. “No passado recente, houve um crescente divórcio entre taxa e gasto. Quando a SELIC recuou, anos atrás, o gasto não caiu no mesmo ritmo. Depois, quando a taxa voltou a subir, o referido gasto cresceu à frente. Dois motivos explicam esse divórcio. Em primeiro lugar, porque nem todos os títulos públicos são indexados à SELIC. Em segundo lugar, porque a dívida líquida corresponde à diferença entre a dívida bruta e os ativos financeiros do governo, constituídos majoritariamente pelas reservas internacionais e créditos contra instituições financeiras federais.”
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