John Maynard Keynes não defendia o Estado, entrevista com o economista José R. Afonso, publicada na Exame/Veja (09/2012). “O maior erro, segundo Afonso, é atribuir a Keynes o posto de grande defensor do intervencionismo estatal e dos gastos públicos”. “A crise financeira que estourou nos Estados em setembro de 2008 e as atuais turbulências por que passa a Europa – que implicaram trilhões de dólares despejados pelo poder público no salvamento de bancos, seguradoras e, no caso europeu, países – reacenderam as discussões sobre o papel do Estado na economia…Como pano de fundo, acadêmicos e alguns líderes políticos têm feito coro à população e clamam por mais John M. Keynes na condução da economia…”
ÚLTIMAS
- Jovens, desconfiança e poupança para o futuro (Silva)
- The role of spending rigidity in fiscal adjustment (Mello & Jalles)
- Finance ministries must think about digital public infrastructure as they do roads and power grids (Coyle at al.)
- The Macroeconomic Consequences of Undermining Central Bank Independence (Bolhuis et al.)
- AI Meets Fiscal Policy (Das at al.)
MAIS VISTOS
-
Fórum de Economia (FGV/EESP)
setembro 26, 2013 -
Ampliação da Arrecadação (Da Silva & Calegari)
março 11, 2018 -
Introducción a la economía (Castro & Lessa)
junho 5, 2020
TAGS
BID
BNDES
Canuto
CEPAL
CIAT
coronavirus
COVID-19
Destaque
Estadão
Fabio Giambiagi
Felipe Salto
FGV
François E. J. de Bremaeker
FUNDAP
Geraldo Biasoto Jr.
Globo
IDP
IEDI
IMF
IPEA
José R. Afonso
José Roberto Afonso
José Serra
Juan Pablo Jiménez
Kleber P. Castro
LRF
Mansueto Almeida
Marcos Mendes
Ministério da Fazenda
OECD
Teresa Ter-Minassian
Valor Econômico
Vito Tanzi
World Bank
Élida Graziane Pinto
