Keynes não defendeu a “gastança”, mas o aumento da demanda via investimentos por José R. Afonso em entrevista cedida ao DCI (12/12). “Keynes era um reformador do sistema capitalista. Recorreu ao Estado tanto para remediar a crise quanto para prevenir, e reconheceu depois que mesmo aquela saída emergencial era a alternativa menos pior. Nada disso tem a ver com uma suposta pregação de aumento permanente de gasto público, déficit, dívida e do tamanho do governo, como muitos vieram a interpretar de forma errônea, posteriormente, a partir de sua obra…O economista britânico John Maynard Keynes ensinou que na hora da desaceleração econômica, o governo precisa se endividar, mas preferencialmente para aumentar o investimento. O Brasil só fez a primeira parte da lição – aumentou bem o endividamento, mas não elevou o investimento”
Keynes, Investimento e Dívida Pública (Afonso)
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