Keynes tinha uma posição diferente sobre a resposta da política fiscal conforme a saúda da economia – o que fazer diante de um ataque cardíaco (uma grande depressão) é diferente de outros males (como a desaceleração ciclica). Keynes não defendia estado forte é a manchete dada para o site da VEJA para entrevista com José R. Afonso (30/9/2012). “A retomada das discussões sobre a teoria de Keynes motivou o economista … a escrever o livro “Keynes, crise e política fiscal”, lançado neste mês pela Saraiva/Linha IDP. Segundo a revista, na obra, ele retoma os princípios da escola keynesiana e aponta o quanto ela foi vítima de interpretações e leituras errôneas. O maior erro, segundo Afonso, é atribuir a Keynes o posto de grande defensor do intervencionismo estatal e dos gastos públicos.” Disponível em:
Keynes: diferentes respostas fiscais (Veja)
Primeiro
a Compartilhar
Tags:
Veja
Primeiro
a Compartilhar
ÚLTIMAS
- Jovens, desconfiança e poupança para o futuro (Silva)
- The role of spending rigidity in fiscal adjustment (Mello & Jalles)
- Finance ministries must think about digital public infrastructure as they do roads and power grids (Coyle at al.)
- The Macroeconomic Consequences of Undermining Central Bank Independence (Bolhuis et al.)
- AI Meets Fiscal Policy (Das at al.)
MAIS VISTOS
-
Fórum de Economia (FGV/EESP)
setembro 26, 2013 -
Ampliação da Arrecadação (Da Silva & Calegari)
março 11, 2018 -
Introducción a la economía (Castro & Lessa)
junho 5, 2020
TAGS
BID
BNDES
Canuto
CEPAL
CIAT
coronavirus
COVID-19
Destaque
Estadão
Fabio Giambiagi
Felipe Salto
FGV
François E. J. de Bremaeker
FUNDAP
Geraldo Biasoto Jr.
Globo
IDP
IEDI
IMF
IPEA
José R. Afonso
José Roberto Afonso
José Serra
Juan Pablo Jiménez
Kleber P. Castro
LRF
Mansueto Almeida
Marcos Mendes
Ministério da Fazenda
OECD
Teresa Ter-Minassian
Valor Econômico
Vito Tanzi
World Bank
Élida Graziane Pinto
