O grande salto do gasto não-financeiro da União no primeiro semestre de 2009 (2,8 pontos do PIB a mais que em 2008 ou 4,1 pontos acima de 2003) é o tema de análise técnica de José Afonso e Gabriel Junqueira, com base em dados extraídos do SIAFI. Os investimentos explicam apenas 3% do incremento do gasto pós-crise, tornando questionável a idéia de política fiscal anticiclica no Brasil, até porque grande parte do incremento foi decidida antes da crise global.
Gasto Federal no Primeiro Semestre (Nota Técnica)
Primeiro
a Compartilhar
Primeiro
a Compartilhar
ÚLTIMAS
- Jovens, desconfiança e poupança para o futuro (Silva)
- The role of spending rigidity in fiscal adjustment (Mello & Jalles)
- Finance ministries must think about digital public infrastructure as they do roads and power grids (Coyle at al.)
- The Macroeconomic Consequences of Undermining Central Bank Independence (Bolhuis et al.)
- AI Meets Fiscal Policy (Das at al.)
MAIS VISTOS
-
Fórum de Economia (FGV/EESP)
setembro 26, 2013 -
Ampliação da Arrecadação (Da Silva & Calegari)
março 11, 2018 -
Introducción a la economía (Castro & Lessa)
junho 5, 2020
TAGS
BID
BNDES
Canuto
CEPAL
CIAT
coronavirus
COVID-19
Destaque
Estadão
Fabio Giambiagi
Felipe Salto
FGV
François E. J. de Bremaeker
FUNDAP
Geraldo Biasoto Jr.
Globo
IDP
IEDI
IMF
IPEA
José R. Afonso
José Roberto Afonso
José Serra
Juan Pablo Jiménez
Kleber P. Castro
LRF
Mansueto Almeida
Marcos Mendes
Ministério da Fazenda
OECD
Teresa Ter-Minassian
Valor Econômico
Vito Tanzi
World Bank
Élida Graziane Pinto
