O risco do petróleo em águas profundas por Norman Gall, publicado no Estado de S. Paulo. “A euforia do pré-sal gerou na classe política a ilusão de recursos ilimitados no horizonte. Um debate furioso no Congresso sobre o novo regime institucional se centrou quase inteiramente na distribuição de royalties entre Estados e municípios, negligenciando os desafios técnicos e de governança dos trabalhos em águas profundas. As dificuldades da exploração e produção de petróleo em águas profundas foram dramatizadas em abril de 2010 pela exploração no poço de Macondo da BP no Golfo do México. Isso confirma a vocação da indústria petrolífera para altos riscos e altos ganhos.”
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