Processo de formação da taxa de juros no Brasil: 1997-2012 por Samuel Pessôa (07/12). “No entanto a análise nesta nota sugere que se a política econômica eliminasse as restrições à mobilidade de capital e simultaneamente o Banco Central saísse do mercado de divisas de forma a retornarmos a um padrão de regime com flutuação mais próxima da pura, como ocorreu entre 1999 até 2005, haveria a convergência do juro doméstico ao juro internacional líquido do risco soberano. Não há nada que impeça que a economia possa retomar a um regime de política econômica próximo ao que vigorou no segundo período que analisamos, quando desde meados de 1999 até o final de 2001 o diferencial de juros real ex ante livre de risco soberano oscilou em torno de zero”. PDF Anexado
Formação de Taxa de Juros no Brasil (Pessôa)
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