Finanças Publicas – Carta de Conjuntura de outubro do IPEA, recomendado por Bernando P. Schettini traz informações sobre a dívida pública, taxa ímplicita da dívida pública, superávit primário…”O padrã de queda na SELIC ao longo dos ciclos de política monetária nos últimos anos não significou uma mesma tendência para o custo médio do endividamento, apesar da SELIC indexar aproximadamente 70% da dívida líquida. Isso se deve não apenas à crescente participação dos prefixados e dos títulos indexados a índices de preços, que atribuem rigidez à taxa implícita diante de variações na SELIC, mas também à acumulação de ativos internos e externos, com taxas de juros mais baixas do que a dos passivos mobiliários, que acaba por ampliar a taxa implícita ou impedir sua queda.”
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