China e Brasil: singularidade e reação, por Cláudio R. Frischtak, no XXIII Fórum Nacional. Este trabalho sugere que a economia chinesa é singular sob vários aspectos fundamentais…Ainda que o crescimento da Índia nas últimas duas década seja reflexo de enorme potencial subjacente, nem a Índia e menos ainda o Brasil tem os recursos de Estado comparáveis. Nesse sentido, posicionar o Brasil na “competicção do século 21” irá requerer um novo pensamento estratégico e uma reforma do Estado que mobilize os recursos necessários para fazer face ao custo da competição que vem se intensificando nos últimos anos. PDF Anexado.
ÚLTIMAS
- Calamidades climáticas: aprender custa menos do que reconstruir (Quesado, Afonso, Damasceno)
- The Perils of Narrowing Fiscal Spaces (Kase et al.)
- Public finance in the age of AI: A primer (Korinek & Lockwood)
- A Geoeconomia e a estrutura produtiva brasileira (Baumann)
- Could a BRICS Currency Work? (O’Neill)
MAIS VISTOS
-
Fórum de Economia (FGV/EESP)
setembro 26, 2013 -
Ampliação da Arrecadação (Da Silva & Calegari)
março 11, 2018 -
Introducción a la economía (Castro & Lessa)
junho 5, 2020
TAGS
BID
BNDES
Canuto
CEPAL
CIAT
coronavirus
COVID-19
Destaque
Estadão
Fabio Giambiagi
Felipe Salto
FGV
François E. J. de Bremaeker
FUNDAP
Geraldo Biasoto Jr.
Globo
IDP
IEDI
IMF
IPEA
José R. Afonso
José Roberto Afonso
José Serra
Juan Pablo Jiménez
Kleber P. Castro
LRF
Mansueto Almeida
Marcos Mendes
Ministério da Fazenda
OECD
Teresa Ter-Minassian
Valor Econômico
Vito Tanzi
World Bank
Élida Graziane Pinto
