A universidade como a conhecemos vai acabar (e isso é uma boa notícia) por Luiz Cláudio Costa publicado por Folha de S. Paulo (11/2025).
“Essencial do presencial troca exposição por experiência, mentoria e validação pública de competências; provas de memorização não farão mais sentido
Alguém acredita que um jovem nascido na era da IA aceitará passar quatro anos ouvindo aulas expositivas de 50 minutos?
Se a universidade é um lugar, ela se perde. Se é espaço de formação e criatividade, ela se reinventa. Arrisco a tese: em dez anos, o modelo dominante de ensino superior —4 ou 5 anos em salas expositivas, semestres fixos, provas padronizadas— será exceção. Não por modismo, mas porque a lógica do mundo já mudou: tempo é variável, conhecimento é distribuído, trabalho é em rede e a inteligência artificial tornou-se uma infraestrutura invisível que atravessa todas as profissões…”
