Calamidades climáticas: aprender custa menos do que reconstruir por Jaime Quesado, José Roberto Afonso e Juliana Damasceno publicado por DNBrasil (2/2026).
“A calamidade que hoje se vive aqui em Portugal reflete mais do que um episódio meteorológico adverso e atípico. Com chuvas e ventanias intensas cada vez mais frequentes, o clima extremo testa menos a capacidade de reação e mais a nossa disposição para aprender. As condições excepcionais abertas durante calamidades se revelam cada vez menos como uma solução e mais como sintoma, ocorrendo no momento menos eficiente possível. O custo desse timing supera as despesas extraordinárias emergenciais, quando consideradas as fatalidades que nenhum orçamento é capaz de remediar…”
Chuvas revelam contradições da política migratória portuguesa, apontam especialistas por Sérgio Nascimento publicado por Público (2/2026).
“O consultor Fábio Knauer e o economista Bernardo Motta defendem imigração como solução para reconstrução e retomada econômica do país.
Chuvas revelam contradições da política migratória portuguesa, apontam especialistas
A revisãoda Lei de Estrangeiros em Portugal, em vigor desde 23 de outubro de 2025, restringiu o visto de procura de trabalho a profissionais classificados pelo Governo como “altamente qualificados”, dificultando a regularização de milhares de imigrantes. O Governo, por meio do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, já admitiu a entrada de mais imigrantes para a reconstrução de zonas afetadas, desde que as empresas de construção civil contratantes garantam condições de trabalho e alojamento. No entanto, a revisão da lei levanta incertezas quanto à “alta qualificação” exigida…”
