Rombo com derivativos foi de US$37 bi em 2008, artigo publicado pelo Estadão. O rombo com derivativos cambiais tóxicos, um dos principais pontos de contágio do Brasil na crise de 2008 e que pós em risco empresas como Sadia e Aracruz, foi muito maior do que se imaginava, segundo o relatório “Considerações sobre a atuação do Banco Central na crise de 2008”, dos ex-diretores do BC Mário Mesquita e Mario Torós. O rombo pode ter sido ainda maior do que os US$ 37 bilhões, lembra Afonso, pois houve empresas que fecharam contratos nos mercados de balcão internacionais…
Rombo com Derivativos (Estadão)
Primeiro
a Compartilhar
Primeiro
a Compartilhar
ÚLTIMAS
- Jovens, desconfiança e poupança para o futuro (Silva)
- The role of spending rigidity in fiscal adjustment (Mello & Jalles)
- Finance ministries must think about digital public infrastructure as they do roads and power grids (Coyle at al.)
- The Macroeconomic Consequences of Undermining Central Bank Independence (Bolhuis et al.)
- AI Meets Fiscal Policy (Das at al.)
MAIS VISTOS
-
Fórum de Economia (FGV/EESP)
setembro 26, 2013 -
Ampliação da Arrecadação (Da Silva & Calegari)
março 11, 2018 -
Introducción a la economía (Castro & Lessa)
junho 5, 2020
TAGS
BID
BNDES
Canuto
CEPAL
CIAT
coronavirus
COVID-19
Destaque
Estadão
Fabio Giambiagi
Felipe Salto
FGV
François E. J. de Bremaeker
FUNDAP
Geraldo Biasoto Jr.
Globo
IDP
IEDI
IMF
IPEA
José R. Afonso
José Roberto Afonso
José Serra
Juan Pablo Jiménez
Kleber P. Castro
LRF
Mansueto Almeida
Marcos Mendes
Ministério da Fazenda
OECD
Teresa Ter-Minassian
Valor Econômico
Vito Tanzi
World Bank
Élida Graziane Pinto
