JOSÉ ROBERTO RODRIGUES AFONSO

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Portal de Economia do José Roberto Rodrigues Afonso

Crise x Resposta (Afonso & Gomes)

Se nova a crise, diferente será a resposta artigo de José R. Afonso e Julio Gomes (UNICAMP/IEDI), publicado no Estadão em 21/01/12. "Turbulências voltaram ao radar da economia brasileira diante da tormenta já instalada nas economias desenvolvidas. Esse cenário parece não incomodar ou ser ignorado por muitos no País. Talvez relaxem ao lembrar que, após o mergulho recessivo ao final de 2008, a recuperação foi muito rápida. Mas é preciso redobrar os cuidados, pois pode ser outra a gestação da crise e diferente deverá ser a resposta." http://bit.ly/wteAwQ

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OFILAC - Observatorio

Desafíos fiscales en la crisis, tema de la sesión 2 de las apresentaciones del XXIV Seminario Regional de Política Fiscal. En esta presentación fue el lanzamiento oficial de OFILAC - Observatorio Fiscal de América Latina y el Caribe y SISPALC - Sistema de Indicadores del Sector Público de América Latina y el Caribe Expositores. "El principal objetivo de OFILAC es contribuir al mejoramiento de la política fiscal a través de la difusión de estudios, datos e información" por Juan Jimenéz.  http://bit.ly/z5SCsI http://bit.ly/wiu6pG

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Strategies x Perceptions (Sorj and Fausto)

Brazil's role in South America: Strategies and mutual perceptions by Bernardo Sorj and Sergio Fausto published by Plataforma Democrática. "Taking the discussion a step further, this paper focuses on Brazil's role in South America as a country that is increasingly being called up on to expand its leadership given its growing economic influence in the region and around the world and the vaccuum left behind by the relative decline of U.S protagonism." http://bit.ly/vmz9gs http://bit.ly/zZXWvT

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Estadísticas Tributarias (CEPAL/CIAT/OCDE)

Estadísticas tributarias en América Latina, presentadas por la CEPAL, CIAT y OCDE. "La publicación muestra que el promedio de ingresos tributarios en porcentaje del PIB para 12 países de América Latina y el Caribe (ALC) creció casi ininterrumpidamente desde el 14,9% en 1990 al 19,2% en 2009. Este aumento es el reflejo de un fuerte crecimiento económico, la tributación de los recursos naturales no renovables, y una mejor gestión de las administraciones tributarias." http://bit.ly/AhPUr9

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Sem BNDES (Kregel)

Sem BNDES, Brasil não financiava sua indústria, diz o economista americano Jan Kregel, professor do Missouri, em entrevista ao GLOBO. Para Kregel se o Brasil tivesse um controle mais efetivo do capital financeiro, o país poderia sofrer menos os impactos da crise europeia e da desaceleração da economia chinesa. O resultado seria uma taxa de câmbio menos apreciada. Kregel, um dos principais keynesianos dos Estados Unidos, avalia que se o BNDES não existisse, o Brasil praticamente não teria nenhum financiamento de longo prazo para desenvolver sua indústria. http://glo.bo/wtNUtm

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Maiores Governos na Crise (nota)

Nota técnica de José R.Afonso e Guilherme Carvalho comparam a evolução entre 2008 e 2009 dos principais indicadores fiscais (resultados e dívida) , extraídos de relatórios oficiais da LRF, do governo federal e dos três maiores governos estaduais e municipais das capitais. Concluem que estes governos regionais, em geral, conseguiram elevar investimentos, com menor queda no superávit primário e ainda com redução no endividamento, mantendo a tendência de comportamento mais austero do que o do governo central. (PDF em português) .